“O altar é o cu. ”

(Marquês de Sade)

Quinta-feira, noite de temporal, eu e o Sucatão começávamos a subir o acesso do Caju para despencar na Av. Brasil, o destino era uma bunda, a bunda tarja preta, a bunda que vicia, a bunda da Mariana. Ela estava em Bangu naquela noite e não teria outro jeito de vê-la, a não ser indo até essa remota parada da Zona Oeste.

Atravessamos bolsões d’água, lagoas na pista, fomos fustigados por ventos e ondas que cobriam o para-brisa e tapavam minha visão. Em Irajá, um raio causou blackout na pista, escuridão total. Tal qual o Capitão Ahab comandando seu bravo navio, eu me mantinha firme no leme, determinado a abater minha Moby Dick: a bunda tarja preta.

Cheguei a Bangu pelas 21h30, logo a Mariana apareceu no Barril da Brasil, o bar onde marcamos. Partimos para o Motel Carbonara, bem perto de onde estávamos. No quarto, fomos para a hidro, onde ela mostra toda sua maestria em conduzir beijos e amassos aquáticos. Roçava o bundão no meu pau, beijava minha boca, me oferecia seus seios. A pele aveludada da morena me causa um tesão quase imediato.

Ela mergulhou e me fez um boquete submarino Fantástico! Chupa e alisa minhas bolas sem perder o fôlego. Fomos para a cama, ela volta a me chupar, gosta de fazer um boquete. Inverto a posição e afundo minha boca naquela chaninha cheirosa. Ela geme, se contorce e goza forte. Como goza gostoso. Ela vira de costas para mim e trepa no meu membro como se subisse numa árvore. Começa a rebolar me oferecendo a visão daquele rabo magnífico. Esbofeteio aquela bunda bochechuda com vontade e ela se remexe montada sobre o meu corpo.

Fica de quatro e começo a penetrar em seu cu. Ela grita alto, numa mistura de dor e excitação. Meto com vontade. Puxo seus cabelos e vejo, através do espelho, seu rosto e boca se contorcendo de prazer. Ela parece gozar novamente, ao mesmo tempo em que se masturba enquanto devoro seu rabo. Não deu mais para segurar, entreguei-me ao nocaute. Ela se deita ao meu lado, fica alisando meu peito, me dando uns beijinhos e adormecemos até terminar o período de duas horas.

Na volta, a chuva havia aplacado a fúria. Eu e o corajoso Sucatão retornamos leves para a Tijuca. Apesar de todos os obstáculos, alcançamos a bunda tarja preta.